God of War: Ascension – O esgotamento de franquias

O jogo “God of War: Ascension” é um “prequel”, isto é, uma sequência que visa contar os acontecimentos prévios de uma história.

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O jogo narra a história de Kratos antes dos acontecimentos do primeiro e clássico God of War, no qual Kratos procura a sua vingança contra o Deus da guerra áries.

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Para quem jogou os demais jogos da franquia fica evidente que este foi criado por uma equipe muito diferente dos jogos originais, apresentando elementos distintos com relação a arte do jogo, história e “feel”, com diferentes gameplays.

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“God of War Ascension” apresenta o esgotamento da franquia de Kratos. Acaba caindo na mesma armadilha que tantos produtos de entretenimento caem, aonde a ganância para se ganhar dinheiro em cima de uma franquia famosa corrompe e distorce muito da franquia original pela pressão de se lançar um novo título de uma marca famosa, fazendo mais dinheiro.

 

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Gearcrack Arena – O poder da nostalgia

O jogo “Gearcrack Arena”, criado pelo brasileiro Walter Machado é um grande sucesso indie na Steam.

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O jogo se passa em um universo Cyber Punk, aonde possuímos 4 classes para escolher, que possuem diferentes pontuações de defesa, “hacking” e tiros laser. Controlamos um personagem que pode “bater”, atirar e usar o “hacking”.

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A opção de “Hacking” nos permite paralisar momentaneamente os inimigos, que aparentemente são robôs que nos atiram continuamente. O jogo possui um total de 9 “waves”, ou fases, aonde o nível de dificuldade aumenta vertiginosamente.

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Gearcrack possui uma trilha sonora própria, original e icônica, também criada pelo Walter. Tendo vendido 15 mil cópias em 1 hora esse jogo nos faz pensar sobre os motivos de seu sucesso, dado a sua simplicidade e a ausência de ações de marketing. O jogo evoca uma aura dos anos 90 e talvez o público nostálgico seja o motivo de tanto sucesso, já que este carece de jogos modernos e recentes que tragam essa nostalgia e referências.

 

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Phoenix Force – SplitPlay

O jogo indie brasileiro “Phoenix Force” foi baixado na mais nova loja digital especializada em jogos brasileiros, a SplitPlay.

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A SplitPlay é muito interessante, com diversos títulos nacionais de pouco conhecimento do público. Faremos aqui no blog eventualmente algumas postagens de jogos dessa loja, que pode ser acessada pelo seguinte endereço: http://www.splitplay.com.br/

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O Game possui as clássicas estruturas “Shoot’ em up”, aonde controlamos um conjunto de até 5 aves fênix que são desbloqueadas ao longo dos 100 níveis do jogo. Cada fênix possui um ataque especial e ataques normais diferentes entre si. Cada nível vencido nos dá pontos que podem ser utilizados para se evoluir as fênixs, lhes conferindo mais pontos de força, defesa e etc.

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O jogo demonstra um nível de dificuldade progressivo, contando com até 4 inimigos ao mesmo tempo. Cada inimigo possui ataques normais e ataques especiais, que são utilizados conforme o dano aumenta. Este jogo brasileiro foi criado por uma pequena equipe de um programador principal e um artista contratado para o projeto.

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“Phoenix Force” conta até o momento da escrita destas linhas com mais de 500 mil downloads realizados. A grande maioria destes downloads foi feita de graça e no Windows Phone. Este fenômeno nos faz pensar na teoria do “oceano azul” e do “oceano vermelho”, uma teoria econômica sobre a competição em mercados nascentes. Basicamente a teoria diz que em mercados com poucos competidores, como era, ou talvez ainda seja, o Windows Phone, a falta de concorrência transforma o mercado em um “oceano azul”, ou seja com muito espaço para o crescimento. Esse oceano azul no entanto se transforma em “Oceano vermelho” conforme fique saturado de competidores, como seria o caso do Android com o Google Play.

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Apesar de ser um excelente jogo, muito provavelmente Phoenix Force não teria o mesmo desempenho se tivesse sido lançado originalmente no Google Play que possui uma enxurrada de aplicativos e jogos. Para maiores informações vale a pena conferir a entrevista no canal Tukanime com um colaborador do jogo, Lucas Alves:

 

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